Terra Russa

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quinta-feira, 12 de março de 2015

História dos Ovos Fabergé









 


A Páscoa era uma data muito especial na Rússia Czarista: todos se beijavam e diziam: “Cristo ressuscitou”, recebendo a resposta: “Verdadeiramente, Cristo ressuscitou”. E se presenteavam com ovos, que representavam a nova vida que surgia, o renascer das esperanças. Os ovos que o povo trocava entre si eram pintados.

Já os ovos que os membros da família real e os nobres da Corte davam uns aos outros eram feitos de ouro, prata, decorados com esmalte e pedras preciosas.

Em 1884, o Czar Alexandre III encomendou ao joalheiro oficial da corte imperial russa, Peter Carl Fabergé, um ovo como presente para sua esposa, a Imperatriz Maria Feodorovna, contendo uma surpresa, a critério do joalheiro. No caso desse primeiro ovo, a surpresa era uma galinha colocando uma safira. O sucesso na Corte foi enorme.

Assim iniciou-se a tradição dos Ovos de Fabergé.

A cada ano o Czar encomendava um novo ovo para dar à Czarina na Páscoa, cabendo a Fabergé confeccioná-lo como bem quisesse. Com a morte do Imperador, seu filho, o Czar Nicolau II, prosseguiu com a tradição, encomendando a Fabergé dois ovos por ano, um para sua mãe e outro para sua esposa, Alexandra.


Matrioskas / Babuskas







É um brinquedo tradicional da Rússia, constituída por uma série de bonecas, feitas de diversos materiais, que são colocadas umas dentro das outras, da maior (exterior) até a menor (a única que não é oca). A palavra provém do diminutivo do nome próprio Matryona.

O número de figuras que se conseguem encaixar é, geralmente de 6 ou 7, ainda que existam algumas com um número impressionante de peças. A sua forma é simples, mais ou menos cilíndrica e arredondada e mais estreita na parte superior, onde se situa a cabeça da boneca.  

 O grau de sofisticação das matrioskas reside, de fato, na complexidade dos motivos pintados. Outra característica que diferencia as diversas peças são as figuras que encarnam: desde figuras femininas vestidas com trajes tradicionais campesinos, a personagens de contos de fadas, até aos antigos líderes da União Soviética.

domingo, 3 de agosto de 2014

Curiosidades sobre Rachmaninoff





 Em 1923 Rachmaninoff se introduziu no pioneirismo da aviação ao estudar os desenhos de Igor Sikorsky e, de acordo com o filho de Sikorsky, doou uma quantia de $5000 e disse "eu acredito em você, confio em você, pague-me de volta somente quando puder, vá, comece a fazer seus aviões".


    Eric Carmen também escreveu Never Gonna Fall in Love Again, desta vez, se baseando no III movimento---Adagio---da Sinfonia Nº2, Opus 27, em mi menor, também de Rachmaninoff.

    Em 1965, Robert Wright e George Forrest, os escritores de Kismet, escreveram um musical chamado "Anya", usando a música de Rachmaninoff como base.

    O Concerto para piano n.º 2 de Rachmaninoff é mencionado no filme The Seven Year Itch ("O Pecado Mora ao Lado") de 1955, que estrelava Marilyn Monroe.

    A Rapsódia Sobre um Tema de Paganini foi trilha sonora do filme Somewhere in Time ("Em Algum Lugar do Passado"), de 1980.

    O filme Shine de 1996, sobre a vida do pianista David Helfgott, gira em torno do Concerto para Piano No. 3 de Rachmaninoff.

    O concerto para piano n.º 2 foi uma das músicas preferidas pela Princesa Diana. Segundo o livro "Diana crônicas íntimas" de Tina Brown, a princesa costumava ouvi-la ao escrever cartas e em momentos de descanso.

    O concerto para piano n.º 2 e outras obras aparecem ou são mencionadas no anime Nodame Cantabile.

    A "Sinfonia No. 3" é brevemente mencionada no filme "Homem de Ferro 2", de 2010, como "a Terceira de Rachmaninoff", pelo vilão Justin Hammer.

Curiosidades sobre Rachmaninoff

    




Na Alemanha produziu-se uma vodca chamada "Rachmaninoff", em homenagem ao compositor.

"All by Myself"

A canção popular estadunidense, "All by Myself" (cujo sucesso foi escrito por Eric Carmen e gravada em 1975, e mais tarde por Sheryl Crow (1994) e Celine Dion (1996), é um arranjo temático do II movimento---Adagio Sostenuto---do Concerto para Piano No. 2, Opus 18, em dó menor deRachmaninoff .